Preocupamo-nos tanto com “coisas” e tudo é tão efêmero!!! Ouvimos sempre uma frase meio clichê, mas verdadeira: O que se leva da vida é a vida que se leva.
Embora a arquitetura tenha sido sempre vista como um bem perdurável, ela tem se adaptado continuamente a este conceito de efemeridade, principalmente em países nos quais ela é mais um cenário do que tijolos e estrutura robusta como vemos por aqui. A arquitetura vira arte e não mais um objeto de ostentação de poder, dos governantes.
A historia da arquitetura efêmera começa com a necessidade do homem em criar formas de abrigar-se das intempéries, a fabricação de tendas por índios norte americanos é um dos primeiros exemplos conhecidos, assim como as tendas beduínas, os iglus e as ocas.
Os grandes pavilhões de exposição mundiais, são exemplos mais icônicos e tecnológicos, alguns deles foram mantidos ate hoje o que nos mostra que temos de mudar um pouco nosso conceito de durável e perene.
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Hotéis modulares construídos em regiões de grandes abalos sísmicos, casas transportáveis, hospitais e galerias mutáveis, são todos exemplos de formas criativas, versáteis e efêmeras de arquitetura. Alguns hotéis como o isleep hotel, podem ser construídos em apenas 5 meses.
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A arquitetura efêmera é muito mais dinâmica com o território, com as necessidades atuais e ate mesmo com o conceito de sustentabilidade. Ela nos permite criar uma palheta de projetos melhor adaptados as condições modernas mutantes e urgentes do entorno ou da sociedade.






































